De que vale estar eternamente exausto pela fé que propõe meus limites morais,
Se a dor que sinto se curada poderia por fim aos meus ideais
De que vale lutar contra o que é momentâneo, ilusão e lampejo
Ou deixar-me ir pelo que não derruba minha esperança
Se nenhuma escolha me leva ao que desejo
Reflito sobre coisas que as pessoas querem saber
Coisa que não quero saber mas que me interessam
Pois tudo o que quero é o melhor para as pessoas
Porem este circulo me leva ao cansaço
De estar sempre querendo saber do desnecessário
Pra tentar chegar onde quero
E quando não consigo fico mais uma vez só
Com minha carga de saberes (pra mim) desnecessários
Pois nunca foram o que procurei
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