Como dizer-te que teu sorriso é lagrima que corre em meu rosto?
Como negar-me a doce vermelha maça de teu rosto?
Como com ásperas e tremulas mãos irei afagar teu pescoço?
Como não roubar-te o sabor ao provar deslumbrado teu gosto?
Como não teimar em falar daquilo que não se da palavra?
Como se quando me prendi com tuas asas voava?
Como não calar-me por não poder dizer o que em ti admirava?
Como posso perder-te de vista e não praguejar a estrada?
Como negar-me a doce vermelha maça de teu rosto?
Como com ásperas e tremulas mãos irei afagar teu pescoço?
Como não roubar-te o sabor ao provar deslumbrado teu gosto?
Como não teimar em falar daquilo que não se da palavra?
Como se quando me prendi com tuas asas voava?
Como não calar-me por não poder dizer o que em ti admirava?
Como posso perder-te de vista e não praguejar a estrada?
Como me encontrar se para me encontrar tenho que ir onde você esta?
Como ir onde esta sabendo que com você não me encontro nem te deixo se encontrar?Como conviver com a consciência depois de te deixar?
Como se tenho que nos destruir para que tudo volte ao seu lugar?
Nenhum comentário:
Postar um comentário