quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Sim


Sim eu sou capaz de esperá-la
Pois posso ver o semblante, da luz
Que reflete no seu futuro a beleza
O espírito ainda contido que acalma e seduz

Posso vê-la aos poucos se desprender
Vencer sua divindade e vir a terra
Perceber-se mortal e diferentemente comum
A real beleza do seu ser emanando ela

Sim eu sou capaz de vivê-la sem fim
Pois nada sem ela de fato é consciente
Mecânica a mente que não vive assim
De corada sensação purificando a mente

Sim serie sempre com ela, se assim o quiser
Pois em meu peito cravou-se a flecha do querubim
Sim não faltara nada que de mim eu possa lhe dar
Se quando em meu ouvido sussurre ela que sim

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